Archive for the ‘PT’ category

Mensagem aos eleitores de Itaquá (Edson Moura)

01/09/2012

MENSAGEM DE EDSON MOURA 13013 AOS ELEITORES DE ITAQUAQUECETUBA.

Ouça sua mensagem:

http://soundcloud.com/joselito-almeida/edson-moura

Anúncios

DIA A DIA DA NOVELA ELEITORAL DE ITAQUAQUECETUBA PT x PR – 23/06 a 23/07/12

25/07/2012

CRONOLOGIA DA ESPERANÇA QUE VIROU DRAMA E PESADELO

23 de junho – Convenção do PV e PPS aprovando a proposta de coligação tendo Valdir Coelho como candidato a prefeito e Wilson Garcia como vice.
24 de junho – Coligação do PT, PSL, PSC, PSB e PRTB aprovando a proposta de coligação tendo Valdir Coelho como candidato a prefeito e Wilson Garcia como vice.
25 de junho – Reunião da Comissão Executiva do PT Estadual: Pauta: Proposta do PR para apoiar candidaturas petistas em algumas cidades em troca do apoio do PT em Itaquaquecetuba, após longo debate o PT Estadual decide manter a candidatura de Valdir Coelho.
30 de junho – Convenção do PRP aprovando a proposta de coligação tendo Valdir Coelho como candidato a prefeito e Wilson Garcia como vice, formando a Coligação Itaquá Para Todos.
03 de julho – Reunião da Comissão Executiva do PT Nacional: Pauta: Proposta do PR para apoiar candidaturas petistas em São José dos Campos e Santo André em troca do apoio do PT em Itaquaquecetuba, após acalorado debate e protesto do secretário geral Elói Pietá foi aprovado a anulação parcial da Convenção do PT de Itaquaquecetuba e aprovando a indicação do vice da chapa do PR, com voto contrário apenas de Elói Pietá, aprova ainda a criação de uma comissão formada por Paulo Frateschi e Jorge Coelho e a Executiva Estadual para juntos formalizarem a adequações necessárias.
05 de julho – PT Nacional comunica por e-mail ao PT de Itaquaquecetuba da decisão de anular a Convenção. (Primeiro contato do PT Nacional ao PT Municipal sobre esse assunto).
05 de julho – Registro da candidatura da Coligação Itaquá Para Todos composta pelos partidos, PT, PV, PSB, PSL, PSC, PPS, PRTB e PRP, tendo Valdir Coelho do PT como candidato a prefeito e Wilson Garcia do PV como candidato a vice-prefeito.
05 de julho – Reunião da Coligação Governo do Povo composta por PR, DEM, PSDC, PHS, PRB, PCdoB, PMN, PTB, PMDB, PSD e PTdoB aprovam por unanimidade a entrada do PT na coligação.
06 de julho – PT Nacional notifica via fax a Justiça Eleitoral enviando a ata da reunião realizada no dia 05 de julho.
07 de julho – PT Nacional notifica por ofício a Justiça Eleitoral da decisão tomada na reunião do dia 05 de julho.
07 de julho – Coligação Governo do Povo notifica a Justiça Eleitoral enviando a ata da reunião que aprovou a entrada do PT na coligação.
10 de julho – Juiz Eleitoral Dr Emerson Norio Chinen acata a decisão do PT Nacional e anula parcialmente a Convenção do PT de Itaquaquecetuba, ficando anulada a indicação de candidatura própria majoritária e mantida a coligação proporcional com o PRP e notifica a coligação dando prazo para recurso.
11 de julho – Coligação Itaquá Para Todos impetra recurso solicitando a manutenção da candidatura.
11 de julho – Juiz Eleitoral decide consultar a direção nacional do PT pelo fato do estatuto do PT proibir coligação com o DEM, e também consultar a direção nacional do DEM pelo fato do estatuto do DEM proibir coligação com o PT, dando-lhes 24 horas para resposta, sendo que o silêncio significa aprovação.
12 de julho – PT Nacional e DEM Nacional são notificados da consulta.
12 de julho – Justiça Eleitoral indefere recurso da Coligação Itaquá Para Todos. (A questão é interna corporis do partido dos trabalhadores – PT, apenas ausente verificação de via formal em material, nada há para reconsiderar. No mais, aguarda-se regular processamento, observado prazo para regularização necessária, já deferido.)
12 de julho – PT de Itaquaquecetuba notifica a Justiça Eleitoral comunicando que o PT Nacional fará a regularização da Convenção.
12 de julho – Reunião na sede do PT Nacional para adequações na ata da Coligação Governo do Povo, com a participação de Thiago Silva Machado, representante da Coligação Governo do Povo; Paulo Frateschi e Jorge Coelho do PT Nacional; Aparecido Luiz da Silva, o Cidão, do PT Estadual e Henrique, Selma e Valdir, do PT de Itaquaquecetuba. Inicialmente Selma e Valdir reivindicaram a indicação para ser vice do Rogério Tarento, mas após o debate, Selma retirou ficando definido o Valdir Coelho como vice, porém, o Cidão solicitou que adiasse a adequação da ata, para que antes fosse realizada uma reunião do Diretório Municipal do PT de Itaquaquecetuba, já que até aquele momento o PT local não tinha sido ouvido, tendo a solicitação aceita.
13 de julho – Magrão reivindica junto ao PT Estadual a indicação de ser vice do Tarento. Com isso o PT Nacional reabriu a discussão do nome indicado.
13 de julho – PT Estadual convoca reunião com a Executiva Municipal do PT para discutir quem será o vice, Valdir ou Magrão, após o debate houve a votação, terminando empatados em 5 a 5, permanecendo o impasse.
13 de julho – PT Nacional responde a consulta da Justiça Eleitoral afirmando que quando anulou a Convenção já aprovara a coligação com PR, DEM, PSDC, PHS, PRB, PCdoB, PMN, PTB, PMDB, PSD e PTdoB. E que a coligação do PT é com o PR e o que é proibido pelo estatuto é apenas a coligação direta PT-DEM. Comunica ainda que a coligação majoritária com o PRP foi anulada, sendo assim, a coligação proporcional não poderia prosperar.
15 de julho – PT Nacional convoca reunião com o Diretório Municipal do PT de Itaquaquecetuba para deliberar sobre a indicação do vice do PR, sendo aprovado o nome do Valdir Coelho.
16 de julho – Comissão Provisória do PRP se reune para deliberar sobre a coligação majoritária e aprova em coligar-se ao PR, já que a convenção do PT fora anulada.
16 de julho – PT Nacional notifica a Justiça Eleitoral e volta atrás da decisão de anular a Coligação Lutando Por Itaquá – PT/PRP alegando que anteriormente desconhecia que o PRP estivesse na Coligação Governo do Povo, e notifica ainda a indicação de Valdir Coelho como vice-prefeito da coligação.
16 de julho – Coligação Governo do Povo notifica a Justiça Eleitoral substituindo Adilson Achando do PSDC por Valdir Coelho do PT para vice-prefeito.
16 de julho – PT Nacional notifica a Justiça Eleitoral indicando Henrique e Selma como Delegados da coligação proporcional Lutando Por Itaquá PT/PRP.
17 de julho – PRP notifica a Justiça Eleitoral da decisão de que passa a integrar a Coligação Governo do Povo.
17 de julho – Reunião da Executiva do PT local aprova a indicação de Valdir Coelho como candidato a vice-prefeito do PR.
20 de julho – Justiça Eleitoral defere a Coligação Itaquá Para Todos, com sua composição inicial, PT, PV, PSC, PSL, PSB, PRP, PRTB e PPS com Valdir Coelho candidato a prefeito e Wilson Garcia candidato a vice-prefeito, reconhece que o PT de Itaquaquecetuba comprovou todos requisitos e em nenhum momento desrespeitou a instancia superior, ou seja, o PT Nacional, portanto, sem fundamentação a decisão de anular a convenção. A coligação foi notificada no mesmo dia.
21 de julho – PT de Itaquaquecetuba notifica a Justiça Eleitoral apresentando a ata da reunião da Executiva Municipal, de 17 de julho, onde Valdir Coelho renunciou a candidatura a prefeito e foi aclamado candidato a vice do PR.
22 de julho – Valdir Coelho desafia a Justiça Eleitoral e participa da carreata da Coligação Governo do Povo.
23 de julho – O juiz analisou a documentação apresentada pelo PT e determinou que juntasse ao processo, sem proferir nenhuma decisão.

AGUARDE NOVOS CAPÍTULOS…

Por: Joselito Almeida

PT ITAQUAQUECETUBA EM DESTAQUE

30/11/2011

PT, A LEGENDA PREFERIDA POR 25% DOS ELEITORES.

02/08/2010

Aprovação mais alta do PT projeta bancada recorde

Partido mais popular do país desde o ano 2000, o PT reconquistou o apoio que havia perdido durante a crise do 1º governo Lula, e hoje é apontado como a legenda preferida por 25% dos eleitores, patamar mais alto de sua história.  O PT atingiu 25% de preferência popular, valor que permanece estável desde então (os números são do Datafolha). A retomada da popularidade em ano eleitoral pode ser vista como indicador de aumento da bancada petista na Câmara dos Deputados. Levantamento feito pela Folha mostra que há 20 anos existe grande correlação entre o índice de preferência do PT e o total de votos que o partido obtém para seus candidatos a deputado federal. Se a correlação se mantiver na disputa deste ano, o PT poderá eleger mais de cem deputados federais. Em 1990, segundo o Datafolha, 9% dos eleitores afirmavam que o PT era seu partido preferido. A legenda teve então 10,2% dos votos e elegeu 7% dos deputados. Em 1994, com 13% de preferência, teve 12,9% dos votos e 9,6% de deputados; em 1998, 11% de preferência, 11,2% dos votos e 11,3% de deputados; em 2002, 20% de preferência, 18,4% dos votos e 17,7% de deputados; em 2006, 16% de preferência, 14,9% dos votos e 16,2% de deputados federais. A diferença entre a preferência do PT aferida pelo Datafolha e o percentual de votos do partido nunca superou 1,6 ponto percentual. Já a discrepância em relação às bancadas eleitas é maior (3,4 pontos), em razão das coligações partidárias e sobretudo das distorções na distribuição das cadeiras da Câmara entre os Estados. Na década de 90, o PT era mais forte no Sul e no Sudeste. Com 60% do eleitorado, as regiões tinham 49,6% das vagas na Câmara. Daí por que o partido conquistava menos cadeiras que votos. O crescimento nos anos posteriores ocorreu sobretudo no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que têm proporcionalmente mais vagas. Em 2006, a legenda conseguiu mais cadeiras que votos. O PT também chegou aos grotões. Em 1993, estava presente de forma organizada em cerca de 40% das cidades; em 2009, em 96%. OUTROS PARTIDOS A preferência partidária não é um indicador necessário de intenção de voto. Se a regra parece valer para o PT, no caso dos outros partidos não é possível encontrar correlação. Em 2006, por exemplo, o PSDB elegeu 12,9% dos deputados, mas tinha 5% de preferência. Já o PP, com 1% de preferência, elegeu 8% dos deputados. O PT hoje é exceção quando o assunto é preferência partidária. Metade dos eleitores declara não ter nenhum partido predileto. As demais siglas têm índices bem menores. O segundo colocado é o PMDB, com 7%, seguido pelo PSDB, com 5%.

Fonte: Folha.com
Noticia completa, Aqui.

A DIREITA TENTA DA GOLPE TODOS OS DIAS”

31/07/2010
 

´Direita tenta dar golpe a cada 24 horas´, diz Lula

Primeiro comício da candidata petista em Porto Alegre foi acompanhado por cerca de 12 mil pessoas no Gigantinho. Dilma dançou ao som do seu jingle e tomou chimarrão
Divulgação
Exaltação: Ao lado de Tarso Genro, Lula subiu ao palanque para defender a candidatura Dilma.
No primeiro comício da petista Dilma Rousseff em Porto Alegre, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – como seu principal cabo eleitoral – disparou ataques à “elite brasileira” e disse que “a direita tenta dar golpe a cada 24 horas neste país”. Também participou do evento o candidato do PT ao governo gaúcho, Tarso Genro. “A elite brasileira não sabia o que era capitalismo. Foi necessário um metalúrgico entrar na Presidência para ensinar como se faz capitalismo”, afirmou Lula durante o evento, realizado ontem à noite no ginásio Gigantinho, que reuniu cerca de 12 mil participantes. “Foi esse metalúrgico que chamou o presidente do FMI e disse: ´Estamos cansados de gritar fora FMI.´”
O presidente emendou: “A esquerda pensa que sabe fazer oposição. A esquerda pensa que sabe fazer barulho. Mas foi no governo que nós aprendemos que, se a esquerda faz oposição, a direita tenta dar golpe a cada 24 horas neste país.” Lula também manteve a elite como alvo de suas críticas. “É a mesma elite que levou Getúlio (Vargas) a dar um tiro no coração, que matou Jânio Quadros e levou João Goulart a renunciar”, discursou. “Eu disse a essa elite que não estarei no gabinete lendo o jornal de vocês, mas na rua com o povo brasileiro.”
A presença de Lula e Dilma no palanque de Tarso criou certo desconforto entre lideranças estaduais do PMDB e do PDT, dois partidos aliados do Planalto no âmbito nacional.
Quando Lula subiu no palco do Gigantinho, estava acompanhado de Dilma, Tarso, do candidato a vice-governador gaúcho, Beto Grill (PSB), e do ex-governador Olívio Dutra, além dos dois nomes que integram a chapa ao Senado: Paulo Paim (PT) e Abigail Pereira (PCdoB).
No discurso, que durou mais de oito minutos, Tarso repetiu que, no Rio Grande do Sul, Dilma possui apenas um palanque. “Fui ministro durante sete anos e o presidente sabe reconhecer os seus valores e reafirmar o seu projeto. Ele sabe que aqui quem vai fazer isso é a Unidade Popular pelo Rio Grande”.

Dilma dançou ao som do seu jingle e tentou tomar chimarrão: “Ganhamos um chimarrão, mas tem um pequeno problema. Ele só tem erva. Vamos providenciar a água.” Depois disso, discursou: “Tenho a honra de dar continuidade a esse governo e avançar. A dar educação de qualidade, que não é tratar a professora a cassetete, mas tratar bem os professores. Somos de um tipo diferente: quando falamos que vamos fazer, fazemos. Não prometemos só em épocas eleitorais.

Fonte-Lucas Azevedo,Da Agência Estado

“Quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”, afirma Dilma, para multidão em São Paulo

08/07/2010

O dep. Estadual Simão Pedro, Mercadante, Dilma, Marta, e Netinho.

Você não vê, mais eu estou ai no meio desta multidão. rsrs Mais de cinco mil pessoas lotaram a Praça da Sé, em São Paulo, e participaram do ato público em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Dilma chegou ao carro de som caminhando entre os militantes, ao lado do candidato à vice-presidente, o deputado Michel Temer (PMDB-SP). Para as milhares de pessoas, disse que quer ser a primeira mulher a governar o país. “Estou aqui hoje para dizer para vocês que eu quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”, afirmou, acrescentando que não é daquele tipo de política presunçosa, que não precisa de ajuda. “Eu não sou daquelas que acha que sou capaz de fazer tudo, daquele tipo orgulhosa, presunçosa, que acha que tudo sabe e que tudo faz. Eu não. Eu preciso de gente e de equipe. Por isso, eu preciso de uma pessoa com as qualidades do Mercadante como meu companheiro aqui em São Paulo.” Assista aqui ao discurso de Dilma. Dilma abriu seu discurso lamentando a falta de respeito do governo de São Paulo com os professores e com a educação. Ela garantiu que essa área é uma de suas prioridades. “Vamos ter que dar para duas coisas para que esse país tenha uma educação de qualidade. Primeiro, é reconhecimento. No passado, muito gente queria ser professor porque era uma profissão valorizada. E uma profissão é valorizada quando se paga a ela salários decentes, dignos”, apontou. “A segunda questão é que os nossos professores têm de ser incentivados a ter cada vez mais uma melhor formação. Porque está nas pessoas, no professor e na professora, a condição para que esse país avance e faça uma das mais importantes revoluções que é da educação.” São Paulo A petista afirmou que se identifica com o povo de São Paulo, pela sua garra, por trabalhar muito. Para ela, o Brasil começou a mudar a partir de 2003. “Quando a gente olha para 2002, lembra como esse país andava de cabeça baixa. Como esse país não tinha emprego suficiente, como a gente olhava para o futuro e não via muita esperança. Nós mudamos essa realidade, construímos um país em que mais cresce hoje no mundo o emprego. Um dos que mais gera emprego com carteira assinada, com 13º salário, com fundo de garantia, com férias”, comparou. Segundo ela, Lula fez um governo para todos e não apenas para um terço da população, como se fazia no passado. “Nós fizemos um governo para todos os brasileiros e obviamente olhamos mais para os que mais precisavam. Eles dizem que podem fazer mais. Como eles podem fazer mais? E por que quando eles estiveram no governo e podiam mais e fizeram menos? Nós não. Nós elevamos as condições de vida do povo brasileiro”, afirmou, ressaltando a diferença dos projetos. A diferença do governo Lula para os outros é que não se olha apenas para o desenvolvimento econômico, lembrou a candidata. “Olhamos para cada obra, para cada aumento da economia e não olhamos números e nem cimento e ferro, olhamos o que está por trás disso. Vendo como é que isso melhora a vida do povo brasileiro. A nossa visão é diferente da visão deles”, salientou. Mulheres O papel das mulheres foi ressaltado por Dilma, que voltou a dizer que está preparada para governar o país. “Muitos dizem que o Brasil não está preparado para ter uma mulher presidente. Eu digo: o Brasil está preparado sim. Eu estou preparada para ser presidente do Brasil. Eu tenho certeza que não só as mulheres podem ser o que querem, empresarias, trabalhadoras, empreendedoras, professoras, engenheiras, mães, que é uma das questões mais importantes na vida de qualquer mulher, mas sobretudo elas podem ser presidentes da República também.” Assista aqui ao discurso de Dilma.