DIREITO DO TRABALHADOR

Publicado 15/03/2014 por Joelson
Categorias: Itaquaquecetuba, Trabalho, Video

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ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO Leia mais em:> http://advogado-itaquaquecetuba.blogspot.com.br/

As denúncias de assédio moral no trabalho cresceram de forma avassaladora no Brasil. No final do ano de 2012, o Ministério Público do Trabalho da 15ª Região registrou um aumento de 98% dos casos nas empresas. No mesmo ano, o Tribunal Superior do Trabalho julgou diversos….Leia mais em: http://advogado-itaquaquecetuba.blogspot.com.br/

Advogados: Rua Capitão José Leite 41 Sala 3 Centro Itaquá Tel, 2509-0141, DIREITOS DO EMPREGADO SEM REGISTRO EM CARTEIRA DE TRABALHO.

De acordo com recente pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Brasil conta 44,2 milhões de trabalhadores na informalidade, ou seja, sem o devido registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

Segundo o IBGE a informalidade está centralizada entre os maiores de 60 anos e os jovens entre 16 e 24 anos.
A ausência de registro na Carteira de Trabalho causa inúmeros problemas ao Leia mais em: http://advogado-itaquaquecetuba.blogspot.com.br/

CARAVANA HORIZONTE PAULISTA, na Macro Região Alto Tiete

Publicado 14/03/2014 por Joelson
Categorias: Politica

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Nosso próximo governador de São Paulo, Alexandre Padilha recebendo o Título Honorífico de Cidadão Itaquaquecetubense por seu excelente trabalho nas áreas sociais e principalmente como ministro da Saúde no governo Dilma PT, o mais Medico em Itaquá foi contemplado com 16 médicos para Itaquaquecetuba.

Nosso próximo governador de São Paulo, Alexandre Padilha recebendo o Título Honorífico de Cidadão Itaquaquecetubense por seu excelente trabalho nas áreas sociais e principalmente como ministro da Saúde no governo Dilma PT, o mais Medico em Itaquá foi contemplado com 16 médicos para Itaquaquecetuba.

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20140313_214958CARAVANA HORIZONTE PAULISTA, na Macro Região Alto Tiete

Nosso próximo governador de São Paulo, Alexandre Padilha recebendo o Título Honorífico de Cidadão Itaquaquecetubense por seu excelente trabalho nas áreas sociais e principalmente como ministro da Saúde no governo Dilma PT, o mais Medico em Itaquá foi contemplado com 16 médicos para Itaquaquecetuba.

RECEITA PARA DEIXAR UM TUCANO FELIZ (PSDB)

Publicado 02/08/2013 por Joelson
Categorias: Politica

Trens e Metrô superfaturados em 30%

Ao analisar documentos da Siemens, empresa integrante do cartel que drenou recursos do Metrô e trens de São Paulo, o Cade e o MP concluíram que os cofres paulistas foram lesados em pelo menos R$ 425 milhões

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas

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PROPINODUTO Segundo integrantes do MP e do Cade, seis projetos detrem e metrô investigados apresentaram sobrepreço de 30%

Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel.

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Ao se aprofundarem, nos últimos dias, na análise da papelada e depoimentos colhidos até agora, integrantes do Cade e do Ministério Público se surpreenderam com a quantidade de irregularidades encontradas nos acordos firmados entre os governos tucanos de São Paulo e as companhias encarregadas da manutenção e aquisição de trens e da construção de linhas do Metrô e de trens. Uma das autoridades envolvidas na investigação chegou a se referir ao esquema como uma fabulosa história de achaque aos cofres públicos, num enredo formado por pessoas-chaves da administração – entre eles diretores do metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) –, com participação especial de políticos do PSDB, os principais beneficiários da tramoia. Durante a apuração, ficou evidente que o desenlace dessa trama é amargo para os contribuintes paulistas. A investigação revela que o cartel superfaturou cada obra em 30%. É o mesmo que dizer que os governantes tucanos jogaram nos trilhos R$ 3 de cada R$ 10 desembolsado com o dinheiro arrecadado dos impostos. Foram analisados 16 contratos correspondentes a seis projetos. De acordo com o MP e o Cade, os prejuízos aos cofres públicos somente nesses negócios chegaram a RS 425,1 milhões. Os valores, dizem fontes ligadas à investigação ouvidas por ISTOÉ, ainda devem se ampliar com o detalhamento de outros certames vencidos em São Paulo pelas empresas integrantes do cartel nesses e em outros projetos.

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Entre os contratos em que o Cade detectou flagrante sobrepreço está o de fornecimento e instalação de sistemas para transporte sobre trilhos da fase 1 da Linha 5 Lilás do metrô paulista. A licitação foi vencida pelo consórcio Sistrem, formado pela empresa francesa Alstom, pela alemã Siemens juntamente com a ADtranz (da canadense Bombardier) e a espanhola CAF. Os serviços foram orçados em R$ 615 milhões. De acordo com testemunhos oferecidos ao Cade e ao Ministério Público, esse contrato rendeu uma comissão de 7,5% a políticos do PSDB e dirigentes da estatal. Isso significa algo em torno de R$ 46 milhões só em propina. “A Alstom coordenou um grande acordo entre várias empresas, possibilitando dessa forma um superfaturamento do projeto”, revelou um funcionário da Siemens ao MP. Antes da licitação, a Alstom, a ADtranz, a CAF, a Siemens, a TTrans e a Mitsui definiram a estratégia para obter o maior lucro possível. As companhias que se associaram para a prática criminosa são as principais detentoras da tecnologia dos serviços contratados.

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O responsável por estabelecer o escopo de fornecimento e os preços a serem praticados pelas empresas nesse contrato era o executivo Masao Suzuki, da Mitsui. Sua empresa, no entanto, não foi a principal beneficiária do certame. Quem ficou com a maior parte dos valores recebidos no contrato da fase 1 da Linha 5 Lilás do Metrô paulista foi a Alstom, que comandou a ação do cartel durante a licitação. Mas todas as participantes entraram no caixa da propina. Cada empresa tinha sua própria forma de pagar a comissão combinada com integrantes do PSDB paulista, segundo relato do delator e ex-funcionário da Siemens revelado por ISTOÉ em sua última edição. Nesse contrato específico, a multinacional francesa Alstom e a alemã Siemens recorreram à consultoria dos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira. Documentos apresentados por ISTOÉ na semana passada mostraram que eles operam por meio de duas offshores localizadas no Uruguai, a Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A. Para não deixar rastro do suborno, ambos também se valem de contas em bancos na Suíça, de acordo a investigação.

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PEDIDO DE CPI Líder do PT na Assembleia Legislativa, Luiz Claudio Marcolino, trabalha pela abertura de inquéritoNo contrato da Linha 2 do Metrô, o superfaturamento identificado até agora causou um prejuízo estimado em R$ 67,5 milhões ao erário paulista. As licitações investigadas foram vencidas pela dupla Alstom/Siemens e pelo consórcio Metrosist, do qual a Alstom também fez parte. O contrato executado previa a prestação de serviços de engenharia, o fornecimento, a montagem e a instalação de sistemas destinados à extensão oeste da Linha 2 Verde. Orçado inicialmente em R$ 81,7 milhões, só esse contrato recebeu 13 reajustes desde que foi assinado, em outubro de 1997. As multinacionais francesa e alemã ficaram responsáveis pelo projeto executivo para fornecimento e implantação de sistemas para o trecho Ana Rosa/ Ipiranga. A Asltom e a Siemens receberam pelo menos R$ 143,6 milhões para executar esse serviço.O sobrepreço de 30% foi estabelecido também em contratos celebrados entre as empresas pertencentes ao cartel e à estatal paulista CPTM. Entre eles, o firmado em 2002 para prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva de dez trens da série 3000. A Siemens ganhou o certame por um valor original de R$ 33,7 milhões. Em seguida, o conglomerado alemão subcontratou a MGE Transportes para serviços que nunca foram realizados. A MGE, na verdade, serviu de ponte para que a Siemens pudesse efetuar o pagamento da propina de 5% acertada com autoridades e dirigentes do Metrô e da CPTM. O dinheiro da comissão – cerca de R$ 1,7 milhão só nessa negociata, segundo os investigadores – mais uma vez tinha como destino final a alta cúpula da estatal e políticos ligados ao PSDB. A propina seria distribuída, segundo depoimento ao Cade ao qual ISTOÉ teve acesso, pelo diretor da CPTM, Luiz Lavorente. Além da MGE, a Siemens também recorreu à companhia japonesa Mitsui para intermediar pagamentos de propina em outras transações. O que mais uma vez demonstra o quão próxima eram as relações das empresas do cartel que, na teoria, deveriam concorrer entre si pelos milionários contratos públicos no setor de transportes sobre trilhos. O resultado da parceria criminosa entre as gigantes do setor pareceu claro em outros 12 contratos celebrados com a CPTM referentes às manutenções dos trens das séries 2000 e 2100 e o Projeto Boa Viagem, que já foram analisados pelo CADE. Neles, foi contabilizado um sobrepreço de aproximadamente R$ 163 milhões. Não é por acaso que as autoridades responsáveis por investigar o caso referem-se ao esquema dos governos do PSDB em São Paulo como uma “fabulosa história”. O superfaturamento constatado nos contratos de serviços e oferta de produtos às estatais paulistanas Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos [CPTM] supera até mesmo os índices médios calculados internacionalmente durante a prática deste crime. Cálculos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, por exemplo, apontam que os cartéis ocasionam um prejuízo aos cofres públicos de 10% a 20%. No caso destes 16 contratos, a combinação de preços e direcionamentos realizados pelas companhias participantes da prática criminosa levaram a um surpreendente rombo de 30% aos cofres paulistas. Diante das denúncias, na última semana o PT e outros partidos oposicionistas em São Paulo passaram a se movimentar para tentar aprovar a instalação de uma CPI. “O governador Geraldo Alckmin diz querer que as denúncias do Metrô e da CPTM sejam apuradas. Então, que oriente a sua bancada a protocolar o pedido de CPI, pelo menos, desta vez”, propôs o líder do PT na Assembleia paulista, Luiz Cláudio Marcolino. “É flagrante que os contratos precisam ser revisados. Temos de ter transparência com o dinheiro público independente de partido”, diz ele. Caso a bancada estadual do PT não consiga aprovar o pedido, por ter minoria, a sigla tentará abrir uma investigação na Câmara Federal. “Não podemos deixar um assunto desta gravidade sem esclarecimentos. Ainda mais quando se trato de acusações tão contundentes de desvios de verbas públicas”, afirmou o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP). O que se sabe até agora já é suficiente para ensejar um inquérito. Afinal, trata-se de um desvio milionário de uma das principais obras da cidade mais populosa do País e onde se concentra o maior orçamento nacional. Se investigada a fundo, a história do achaque de 30% aos cofres públicos pode trazer ainda mais revelações fabulosas.Queima de arquivoUma pasta amarela com cerca de 200 páginas guardada na 1ª Vara Criminal do Fórum da cidade de Itu, interior paulista, expõe um lado ainda mais sombrio das investigações que apuram o desvio milionário das obras do metrô e trens metropolitanos durante governos do PSDB em São Paulo nos últimos 20 anos. Trata-se do processo judicial 9900.98.2012 que investiga um incêndio criminoso que consumiu durante cinco horas 15.339 caixas de documentos e 3.001 tubos de desenhos técnicos. A papelada fazia parte dos arquivos do metrô armazenados havia três décadas. Entre os papeis que viraram cinzas estão contratos assinados entre 1977 e 2011, laudos técnicos, processos de contratação, de incidentes, propostas, empenhos, além de relatórios de acompanhamento de contratos de 1968 até 2009. Sob segredo de Justiça, a investigação que poderá ser reaberta pelo Ministério Público, diante das novas revelações sobre o caso feitas por ISTOÉ, acrescenta novos ingredientes às já contundentes denúncias feitas ao Cade pelos empresários da Siemens a respeito do escândalo do metrô paulista. Afinal, a ação dos bandidos pode ter acobertado a distribuição de propina, superfaturamento das obras, serviços e a compra e manutenção de equipamentos para o metrô paulista.Segundo o processo, na madrugada do dia 9 de julho do ano passado, nove homens encapuzados e armados invadiram o galpão da empresa PA Arquivos Ltda, na cidade de Itu, distante 110 km da capital paulista, renderam os dois vigias, roubaram 10 computadores usados, espalharam gasolina pelo prédio de 5 mil m² e atearam fogo. Não sobrou nada. Quatro meses depois de lavrado o boletim de ocorrência, nº 1435/2012, a polícia paulista concluiu que o incêndio não passou de um crime comum. “As investigações não deram em nada”, admite a delegada de Policia Civil Milena, que insistiu em se identificar apenas pelo primeiro nome. “Os homens estavam encapuzados e não foram identificados”, diz a policial. Investigado basicamente como sumiço de papéis velhos, o incêndio agora ganha ares de queima de arquivo. O incidente ocorreu 50 dias depois de entrar em vigor a Lei do Acesso à Informação, que obriga os órgãos públicos a fornecerem cópias a quem solicitar de qualquer documento que não seja coberto por sigilo legal, e quatro meses depois de começarem as negociações entre o Cade e a Siemens para a assinatura do acordo de leniência, que vem denunciando as falcatruas no metrô e trens paulistas. “Não podemos descartar que a intenção desse crime era esconder provas da corrupção”, entende o deputado Luiz Cláudio Marcolino, líder do PT na Assembleia Legislativa do Estado.Além das circunstâncias mais do que suspeitas do incêndio, documentos oficiais do governo, elaborados pela gerência de Auditoria e Segurança da Informação (GAD), nº 360, em 19 de setembro passado, deixam claro que o galpão para onde foi levado todo o arquivo do metrô não tinha as mínimas condições para a guarda do material. Cravado em plena zona rural de Itu, entre uma criação de coelhos e um pasto com cocheiras de gado, o galpão onde estavam armazenados os documentos não tinha qualquer segurança. Poderia ser facilmente acessado pelas laterais e fundos da construção. De acordo com os documentos aos quais ISTOÉ teve acesso, o governo estadual sabia exatamente da precariedade da construção quando transferiu os arquivos para o local. O relatório de auditoria afirma que em 20 de abril de 2012 – portanto, três dias depois da assinatura do contrato entre a PA Arquivos e o governo de Geraldo Alckmin – o galpão permanecia em obras e “a empresa não estava preparada para receber as caixas do Metrô”. A comunicação interna do governo diz mais. Segundo o laudo técnico do GAD, “a empresa não possuía instalações adequadas para garantir a preservação do acervo documental”. Não havia sequer a climatização do ambiente, item fundamental para serviços deste tipo. O prédio foi incendiado poucos dias depois da migração do material para o espaço. “Não quero falar sobre esse crime”, disse um dos proprietários da empresa, na época do incêndio, Carlos Ulderico Botelho. “Briguei com o meu sócio, sai da sociedade e tomei muito prejuízo. Esse incêndio foi estranho. Por isso, prefiro ficar em silêncio”. Outra excentricidade do crime é que o fato só foi confirmado oficialmente pelo governo seis meses depois do ocorrido. Em 16 páginas do Diário do Diário Oficial, falou-se em “sumiço” da papelada. Logo depois da divulgação do sinistro?

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O deputado estadual do PT, Simão Pedro, hoje secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, representou contra o Governo do Estado no Ministério Público Estadual. “Acredita-se que os bandidos tenham provocado o incêndio devido o lugar abrigar vários documentos”. Para o parlamentar, “esse fato sairia da hipótese de crime de roubo com o agravante de causar incêndio, para outro crime, de deliberada destruição de documentos públicos”, disse Simão, em dezembro passado. Procurados por ISTOÉ, dirigentes do Metrô de SP não quiseram se posicionar.

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Fotos: PEDRO DIAS/ag. istoéFotos: ADRIANA SPACA/BRAZIL PHOTO PRESS; Luiz Claudio Barbosa/Futura Press; NILTON FUKUDA/ESTADÃOFoto: Rubens Chaves/Folhapress 

A sujeira continua, parte/2 Criadouro do (Aedes Aegypty) Transmissor da “DENGUE” em Itaquaquaquecetuba/SP

Publicado 04/05/2013 por Joelson
Categorias: Itaquaquecetuba, Itaquá

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Criadouro do (Aedes Aegypty) Transmissor da “DENGUE” em Itaquaquaquecetuba/SP
http://issuu.com/folhametronews/docs/folhametro-04-05-13?mode=window&viewMode=doublePage
https://joelson13.wordpress.com/2013/04/28/criadouro-de-dengue-em-itaquaquaquecetubasp/
A sujeira continua: Parte/2met1

DSC01068 Jardim do Carmo.Rua Ferraz.2 Oficio 129.05.13

Criadouro do (Aedes Aegypty) Transmissor da “DENGUE” em Itaquaquaquecetuba/SP

Publicado 28/04/2013 por Joelson
Categorias: Saude

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Criadouro do mosquito (Aedes Aegypty) Transmissor da “DENGUE” Rua Ferraz de Vasconcelos, Mato toma conta das calçadas, acessibilidade ZERO! Moradores pedem socorroooooooooooo.
Quer ver melhor? Veja o vídeo> https://www.youtube.com/watch?v=-XUH_80XiHk
Criadouro de DENGUE em Itaquaquecetuba
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Moradores reclamam da falta de limpeza e manutenção em rua

Diário de Suzano ed.: 9499 – 27 de abril de 2013

Os moradores da Rua Ferraz de Vasconcelos, no Jardim do Carmo, em Itaquaquecetuba, reclamam da falta de limpeza e manutenção nas vias. Entre os problemas mais graves do local está o mato que invadiu as calçadas e a água parada em vários pontos.
De acordo com metalúrgico Joelson Miranda, o problema da falta de manutenção nas ruas de Itaquá é antigo. “As calçadas de Itaquá inteira já foram mal construídas. Elas possuem barreiras no meio e isso impossibilita a passagem de cadeirantes e pessoas com carrinho de bebê. Além disso, tem mato nos passeios”, explica. “O problema com a sarjeta já dura há mais de 20 anos. Eu já fiz um ofício na Prefeitura e já falei com a ouvidoria. Mas até agora nada aconteceu”, salienta.
Para o vizinho de Miranda, o agente de trânsito Joel Souza, a fiscalização foi feita por pouco tempo. “Há pelo menos seis meses que o mato não é capinado. Na parte de baixo da rua tem mato, buracos e água parada. Nosso medo é que tenham novos focos de dengue”, frisa.
Souza conta que no ano passado dois moradores do local foram picados pelo mosquito Aedes aegypti e acabaram infectados com dengue. “Nós moramos perto da rodovia Henrique Eroles, nem estamos afastados do Centro. Achamos que não deve ter esse descaso com os moradores do bairro”, analisa.
Segundo o mecânico Francisco de Souza Maia, é preciso que a Prefeitura tome alguma providência. “Nós pagamos nossos impostos e ficamos ‘a Deus dará’. É difícil passar com o carro no final da rua. Aquilo parece um pasto, não tem calçada e todo mundo tem que andar pela via”, atesta. “É muito lixo. Outro dia pegamos um pet shop despejando animal morto no meio do mato. Aqui não temos calçadas e a rua cheira mal”, conclui a diarista Ana Lúcia Ribeiro.
SOLUÇÃO De acordo com o secretário de Serviços Urbanos, Laerte Vanderley Cornélio, a Rua Ferraz de Vasconcelos faz parte do programa de manutenção de ruas da Secretaria de Serviços Urbanos. “Na próxima quinzena, o local passará por manutenções, incluindo retirada de mato e manutenção da via”, afirma. “Estamos aguardando o documento de liberação da Cetesb e do Meio Ambiente, para começar as manutenções”.
Ainda na tarde de ontem, Cornélio vistoriou o local acompanhado do secretário de Meio Ambiente, Júlio Amaral. “Em relação às calçadas, a fiscalização compete ao Departamento de Posturas da Prefeitura de Itaquá. No local está sendo realizado um levantamento. Caso faça parte de um terreno particular, o proprietário será notificado, porém, se for de propriedade da Prefeitura será providenciada a recuperação”, assegura.
Sobre possíveis focos de dengue, a Prefeitura informou que o Departamento de Zoonose da Secretaria de Saúde vai fazer uma vistoria no local. Além disso, vai trabalhar em conjunto com a Secretaria de Serviços Urbanos.Rua Ferraz de Vasconcelos, Oficio 055.02.13 Oficio 055.02.13
Publicado no DS http://www.diariodesuzano.com.br/noticia.php?id=267011

SE NÃO LUTAR POR SEUS DIREITOS VOCÊ PERDE A CIDADANIA.

Publicado 07/11/2012 por Joelson
Categorias: Politica

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AULA DE DIREITO, LIÇÃO DE CIDADANIA

Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

 – Como te chamas?

– Chamo-me Juan, senhor.

 – Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! – gritou o desagradável professor.

 Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.

Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

– Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?…

Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:

 – Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

– Não! – respondia o professor.

 – Para cumpri-las.

 – Não!

– Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

 – Não!!

– Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

– Para que haja justiça – falou timidamente uma garota.

– Até que enfim! É isso… para que haja justiça.

E agora, para que serve a justiça?

Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira, porém

seguíamos respondendo:

 – Para salvaguardar os direitos humanos…

 – Bem, que mais? – perguntava o professor.

 – Para diferenciar o certo do errado… Para premiar a quem faz o bem…

 – Ok, não está mal porém… respondam a esta pergunta:

Agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?…

Todos ficamos calados, ninguém respondia.

– Quero uma resposta decidida e unânime!

– Não!! – respondemos todos a uma só voz.

– Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

– Sim!!!

 – E por que ninguém fez nada a respeito?

Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para pratica-las?

 – Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!

 – Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente.

 Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

 Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidad, E A DIGNIDADE NÃO SE NEGOCIA.

Do blog BananaPost

COMPROMISSOS DO PREFEITO ELEITO “MAMORU TAKASHIMA”COM A SEGURANÇA PUBLICA DE ITAQUAQUECETUBA!

Publicado 21/10/2012 por Joelson
Categorias: Itaquaquecetuba, Politica, Prefeito

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Compromisso em vídeo, Veja: http://www.youtube.com/watch?v=Uj2ci7fmIkg&feature=youtu.be

Como prefeito eleito de Itaquaquecetuba Mamoru Nakashima voltou a reunião do CONSEG nesta ultima quinta feira dia 18/10/2012 reafirmando todo compromisso assumido no debate com a segurança publica detalhando algumas ideias e pedindo sugestão dos participante da reunião e se colocando a disposição do Conselho de Segurança de Itaquá (CONSEG)

Que o prefeito continue prestigiando a toda comunidade.


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